Uma
sombra pequena, uma longa jornada Parece àprocura, mas não acha
nada Não há uma casa sem uma parede E a água que bebe, não
lhe mata a sede
Aquela sede A sua sede E ele onde está De
onde virá Por quem perguntará Amanhã saberá Ele onde
está De onde virá Amanhã matará
Eu espreito ÃÂ
janela, por traz da vidraça E vejo o sujeito, no meio da
praça Não há um homem, sem o seu segredo Verdade escondida, a
mãe do seu medo
Aquele medo É o seu segredo E ele onde
está De onde virá Por quem perguntará Amanhã
saberá Ele onde está De onde virá Amanhã
matará